A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) comunicou hoje que intensificou a fiscalização das operações aéreas no Brasil durante a operação internacional Colibri, realizada entre 30 de maio e 14 de junho.
Operação internacional Colibri: fiscalização da aviação geral e combate ao Taca
A ação conjunta, que integra diferentes instituições nacionais e estrangeiras, busca fortalecer o controle sobre a aviação geral e enfrentar práticas ilegais, como o crime organizado, o tráfico ilícito e o transporte aéreo clandestino (Taca).
Atuação da Anac (SFI) e órgãos parceiros em 26 cidades
Pelo lado brasileiro, a Superintendência de Inteligência e Ação Fiscal (SFI) da Anac conduziu a coordenação das atividades em colaboração com a Receita Federal, a Polícia Federal e a Força Aérea Brasileira. As equipes executaram inspeções em 26 cidades distribuídas de forma estratégica pelo território nacional.
Resultados da fiscalização e mobilização de servidores
O saldo da operação foi expressivo: 178 aeronaves passaram por inspeção e os documentos de 250 tripulantes foram checados. No trabalho de fiscalização, foram identificados 8 casos suspeitos de Taca, além de outras oito irregularidades.
Para tornar a iniciativa possível, mais de 62 servidores foram mobilizados, reforçando o compromisso da Agência com a segurança operacional. “A fiscalização constante e a cooperação entre as instituições são fundamentais para garantir que a aviação civil seja utilizada de forma segura e regulada”, destacou Edvaldo Oliveira, Superintendente de Inteligência e Ação Fiscal da Anac.
A operação Colibri integra um esforço global coordenado pela Organização Mundial das Aduanas (OMA) e reafirma o protagonismo do Brasil no enfrentamento ao uso ilegal da aviação para fins criminosos. Por meio de ações rigorosas de fiscalização, as autoridades trabalham para coibir infrações e assegurar um transporte aéreo mais seguro para todos.
Informações da Anac
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